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quinta-feira, 10 de abril de 2014

OS MAGOS DA NATUREZA




Nos tempos em que o homem começava seu caminho para tornar-se um ser civilizado, aprendendo a viver em comunidades cada vez maiores, na Europa, um grupo diferente de pessoas desbravou as florestas e se refugiou nas encostas das montanhas. Eram temidos pelos homens de sua época, que, assustados, preferiam respeitar seus costumes estranhos a entrar num conflito inútil. Como os índios das Américas, eles viviam em total comunhão com a natureza. Respeitavam os ciclos de germinação e colheita, adaptando-se às mudanças climáticas. Protegidos dos homens de seu tempo pelas brumas que estranhamente brotavam do solo, faziam seus rituais cercados de mistério e força mística. Rodeando uma grande fogueira, comemoravam a chegada de cada nova estação, numa festa regada a elixires feitos de ervas. Dessa maneira, saudavam o renascimento da vida. Desenvolveram poderes paranormais e com maestria manipulavam raízes e folhas, obtendo resultados fantásticos, inclusive o prolongamento da vida, que naquela época, com sorte, iria até os trinta anos. Na Idade Média, os aldeões, temerosos dos desmandos dos senhores feudais e da Igreja, procuraram abrigo nas florestas e receberam auxilio desse povo, que preferia ler as mensagens trazidas pelos animais ou pelo oráculo das pedras, a aproximar-se de homens estranhos. Os druidas e druidesas desenvolveram um severo código de honra, baseado nos ensinamentos de seus ancestrais, pois sabiam que quanto maior o poder, maiores as responsabilidades. Dessa forma, assistiram a guerras e destruição de pequenas cidades circunvizinhas, alheios às oscilações de soberania dos seus contemporâneos. Somente revidavam quando algum intruso se atrevia a penetrar em seus domínios. Respeitavam o sacerdote encarnado como representante das forças sutis e enviado na Terra pelo Mentor de toda magia, conhecido como Mago Merlin ( Merlin, como toda grande alma, não encarna totalmente. Raios da sua consciência se acoplam em determinados momentos encantatórios). As entidades multifacetadas originarias de Procyon (Procyon é a Alpha da Constelação do Cão Menor) usavam das aberturas astrais feitas pelo desenvolvimento das faculdades paranormais dos druidas e druidesas para entrar em contato com a Terra. Na antiguidade já haviam se aproximado do planeta inúmeras vezes, mas a infantilidade dos habitantes não permitia sua acoplagem. Na Idade Média, para aliviar a dor dos desfavorecidos da sorte, magos e bruxas saíram dessas comunidades secretas e partiram para a Europa, infiltrando-se na sociedade. Eram curandeiros e curandeiras que serviam ao próximo com seus poderes mediúnicos. No entanto, é preciso entender que muitas das regras que coordenam a vida na Terceira Dimensão são diferentes em outras esferas astrais. O livre-arbítrio, tão conhecido e discutido, volta aqui a ter um papel predominante na história dos magos e druidas. Os seres de Procyon, filhos dos Anjos Caídos (Anjos Caídos...diz-se que a criação do Universo Manifesto aconteceu devido à interferência de incríveis potencias espirituais que se desligaram do Espírito Imanifesto para tentar sua própria criação) e conhecedores de seus imensos poderes, começaram a manipular as mentes insanas dos governantes dos feudos, tentando suavizar os castigos que estes impingiam aos aldeões. Na tentativa de aliviar a dor e o sofrimento causados pelas terríveis condições de vida, ocasionaram mal maior, interferindo na Lei de Causa e Efeito, pois as pessoas que deveriam viver determinadas situações de dor foram desviadas de seus acertos de contas. Os magos tiveram então que assumir para si o Karma de muitos seres. Embarcaram dessa maneira na roda de Samsara e, como outros viajantes espaciais, viram-se aprisionados à eterna cadeia de nascimentos e mortes. Os seres de Procyon, juntamente com Satã (Satã... diz-se também que Satã era o mais belo príncipe entre todos os outros anjos, e também o mais inteligente e poderoso), no princípio dos tempos começaram a criação da humanidade material. Aventureiros e energicamente ligados à fonte da vida, trabalharam na criação da parte densa dos seres ainda não nascidos. Devemos dizer que, sem ajuda dos satânicos, o Universo Manifestado na Terceira Dimensão jamais existiria. As diversas constelações, habitadas por incontáveis formas de vida e inteligências, precisaram se associar aos dissidentes da Ordem Cósmica para criar vida física. Sabiam que sem a mente ligada a manifestações inferiores, como orgulho, desejo, etc. as sublimes inteligências espaciais não conseguiriam criar um universo denso. Desertores ou não, em última análise, não existe nada que não seja Deus. O jogo divino usou de todos os artifícios para o homem caminhar para sua auto- realização. Procyon e seus magos druidas dessa maneira tentavam novamente fazer as coisas a seu modo, e nas mentes multifacetadas dos gigantes cósmicos não havia limites entre o certo e o errado. Ajudar aquele que sofria era o suficiente para eles. Penetraram por meio dos alunos de Merlin no campo astral e fizeram os ajustes que julgavam necessários, desviando assim o curso natural da história de cada um. No entanto, experiências difíceis muitas vezes são os melhores remédios para o crescimento saudável. Usamos este capitulo para abordar valores que para os encarnados são altamente discutíveis. As experiências de alegria e dor são lados opostos que margeiam o mesmo rio, onde acertar e errar fazem parte do mesmo aprendizado. Viver e morrer não são traumas para o espírito, para se descobrir isso, esses seres tão evoluídos encarnaram. Esse povo que viveu nas florestas da Europa veio para equilibrar o domínio dos andromedinos, que trouxeram aos gregos e romanos somente a luz, constituindo uma única faceta da verdade. A busca do equilíbrio, portanto, era absolutamente necessária. O amor de Deus, ensinam os Mentores, está em nos permitir viver nossas próprias escolhas. Chamamos Nuinn (curiosamente, um certo "Nuinn" também protagoniza o Livro dos Druidas), um aprendiz de feiticeiro, para contar sua história entre o povo druida. "Nasci em meio aos gigantescos carvalhos. Como pássaros no céu, meu povo escolheu viver em árvores para manter-se longe dos bárbaros, que vez por outra cortavam a floresta em busca de caça. Nessa região abundavam os pequenos riachos e corredeiras que nos davam água, peixes, animais e frutas silvestres. As crianças ficavam sob os cuidados dos velhos, que já não saiam mais em busca de alimentos como faziam no passado e, nesta saudável convivência com os avós, tinham as primeiras lições de respeito à sabedoria dos antigos. Meu avô, apesar da idade avançada, continuava suas excursões pela floresta me levando junto para ajudar nas pequenas tarefas. Aprendi a subir em árvores e escalar encostas em busca de alguma poderosa erva, ouvindo suas inúmeras histórias. Meu sonho era conhecer as terras do rei Arthur, onde os Cavaleiros da Távola Redonda viveram. O poder e a honra fascinaram e nortearam meu povo. O companheirismo e a magia, na eterna luta do bem contra o mal, encantavam nossas reuniões em volta da fogueira. Contavam a lenda que o amor impossível do cavaleiro Lancelot pela bela Gnever causou a maior luta de todos os tempos. Será que este povo realmente existiu? Costumava me perguntar. Meu avô dizia que, no princípio dos tempos, quando a magia e a realidade se mesclavam, feiticeiros e monstros dividiam a terra com os seres humanos. A lenda contada era assim: Merlin, um gigante espiritual, acoplou-se ao rei que iria governar a Terra, conferindo-lhe a espiritualidade e seu poderoso ego. Arthur, como ficou conhecido, tinha em sua estrutura o maior número de átomos do poderoso feiticeiro espiritual, enquanto Lancelot, seu fiel primeiro cavaleiro, recebia o intelecto grandioso do mago. Não era de se espantar que eles fossem tão unidos e que toda uma Hierarquia se comprometia em auxiliar a humanidade a dar um enorme salto em direção ao espírito. Tudo corria dentro do plano concebido por Merlin, até a chegada da linda Gnever sua contra parte. Seguindo a lei universal de atração dos semelhantes, no momento em que se viram pela primeira vez, Arthur e Gnever se enamoraram. Porém, o magnífico intelecto de Merlin estava em Sir Lancelot, formando desta maneira um triangulo amoroso de dor e destruição. Iniciou-se então o drama de consciência e separação entre Arthur e Lancelot. A Terra novamente fez reviver a dualidade em que o bem e o mal travavam eterna luta pela soberania. Como Sir Lancelot era parte de Arthur, nada havia de errado no mundo espiritual, apenas na Terceira Dimensão a traição existiu. Merlin, inconformado com o rumo dos fatos, tentou interferir e redirecionar os acontecimentos, e assim se materializou como o feiticeiro que era nos mundos espirituais. As forças contrárias usaram então, de seu momento de fraqueza, quando tudo desejou controlar, e se acoplou em Morgana, sua sombra. O mago foi seduzido por si mesmo e ficou acorrentado aos mundos inferiores. Longe de sua essência espiritual, em meio ao caos criado pelos filhos da Terceira Dimensão, a espada do poder e depositária de toda magia foi novamente devolvida às águas do desconhecido. Lancelot se recolheu à vida de cavaleiro nômade e o rei Arthur perdeu a chance de unificar os povos. Deuses transformaram-se em mortais, pois aos seres humanos é dado o direito de errar e refazer o que foi perdido. Eu, Nuinn, continuei no mundo espiritual ensinando aos meus pupilos as lições que aprendi nas florestas junto a meu avô. Observando os caminhos da vida, o homem tem a oportunidade de recuperar sua unidade, aprender com erros e aceitar suas falhas, pois fugir dos problemas não resolve as dificuldades. Quando minha civilização optou por viver nas florestas, assumiu o Karma de não dar sua contribuição na construção de uma sociedade mais justa. Para reparar nossa omissão, ainda hoje inspiramos sensitivos nos caminhos da reciclagem espiritual. Mesmo as antigas florestas destruídas e o plano sutil impregnado por energias conflitantes, não abandonamos nossos postos. Continuamos inspirando nossos filhos a seguir o caminho da Luz. Os magos da natureza amaram o homem e aprenderam com as suas experiências o valor da humildade e da correção. Muitas vezes desejamos a todo custo controlar uma situação, porém nossos Mentores ensinam que deixar nas mãos de Deus é a melhor solução. Faça sua parte e deixe que a consciência divina faça o resto...é a mensagem de Nuinn." Nem toda magia será capaz de pular uma página escrita para você viver. (Texto extraído do livro "Os filhos de Órion - A Chegada da Hierarquia da Luz" - Madra

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

A Aura e Suas Cores

A aura e suas cores

Ensinaremos uma técnica bem simples para visualizar a aura de alguém. Use apenas sua intuição.
Coloque-se na frente pessoa. Fixe seu olhar nos intercílios. Conte até 5. Feche os olhos por alguns segundos.
Depois, fixe sua atenção no alto da cabeça da pessoa
que está na sua frente. Conte até 5. Feche os olhos e pergunte mentalmente:
"Qual a cor da sua aura". A resposta virá instantaneamente.
Apresentamos algumas das qualidades principais das cores,
 as quais se referem à segunda camada da aura, que nos indica o estado de nossa alma:

Aura Verde

Autoconfiança, capacidade de resolver problemas e de perdoar.
Pessoa que ama a paz; sensibilidade. É organizador, planejador e estrategista.
Aura Amarela


Capacidade de dar e receber; ter esperanças; a saúde e a família desempenham um papel importante.
Tem o dom de trabalhar em grupo harmoniosamente.
O amarelo é uma das cores cinestésicas do espectro; isso significa que uma pessoa com aura
 desta cor tem uma reação física antes de ter uma resposta emocional ou intelectual.
Quando ele entra numa sala cheia de gente, sabe de imediato se quer permanecer ou não.
Aura Azul

Capacidade de curar através das próprias energias mentais e espirituais;
age sobre os outros de modo agradável e calmante; altos ideais de vida; sinceridade.
O Azul personifica as características do cuidado e do carinho.
É a cor da aura que mais se preocupa em ajudar os outros.
Aura Laranja


Destemidos, poderosos e descuidados com a própria segurança pessoal,
brandem os punhos fechados contra o próprio Deus. Sua busca espiritual é,
na verdade, uma busca de um sentido de vida além de si mesmo.
Aura Dourada


Adora saber como e por que uma determinada coisa funciona, e lança mão de uma paciência infinita.
A espiritualidade, para a pessoa de aura dourada,
 é o estudo da ordem superior do universo e de leis e princípios que o governam.
 Ele quer entender a organização mental, as leis ou as probabilidades
que geraram a ordem no interior do caos espiritual.
Aura Vermelha

Ênfase no modo de vida material; sucesso alcançado através
da dedicação pessoal completa; saúde física estável;
tendência à irritabilidade quando contrariada.
Aura Violeta

Espiritualidade bem desenvolvida; inspirações criativas; capacidade de transformar
 os sofrimentos pessoais em fatores positivos para o próprio destino.
O violeta é a cor do espectro mais próxima do equilíbrio psíquico,
 emocional e espiritual em vigor no planeta neste momento.
Aura Prateada



Um curandeiro, médium natural. Utiliza energia para transformar luz
em em raios que curam, seu maior desafio é aprender a se conhecer e descobrir seus dons especiais.
Aura Anil Indigo

A aguda perspicácia intelectual é um dos aspectos mais gratificantes e mais exasperantes,
 é brilhante e inquiridor, com uma inteligência que vai muito além dos conceitos mais tradicionais.

Garantir uma aura equilibrada não é um bicho-de-sete-cabeças.
Tenha muito bom humor e otimismo, assim você estará sempre iluminado (a)!

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

FRATERNIDADE BRANCA... VAMOS CONHECER?


FRATERNIDADE BRANCA... VAMOS CONHECER?








O QUE É A "GRANDE FRATERNIDADE BRANCA" ?




É a fraternidade hierárquica celestial, composta dos seres etéreos de Luz, unidos ao UM. Os Elohim, os Arcanjos, os Anjos, os Santos e Sábios Mestres Ascensos que são os Filhos de Deus já Ascensos na Luz, e unidos ao Espírito do Deus vivente e que formam os exércitos do Senhor, e também os 144.000 seres de Vênus que se juntaram ao amado Sanat Kumara para libertar a terra das trevas.

Fazem também parte da Grande Fraternidade Branca, chelas dos Mestres Ascensos que não atingiram a ascensão, indivíduos que lutam para ajudar a evolução das almas da Terra a encontrarem o caminho da luz.

O objetivo desta fraternidade é manter acesa a chama da sabedoria, do amor e do poder de Deus na Terra, a Chama Trina. Ensinando ao discípulo os ensinamentos esotéricos dos Mestres Ascensos, um estudo sério sobre os mistérios do nosso planeta e do universo que nos cerca. É o estudo dos mistérios de Deus. É uma ciência para aqueles que "estão prontos" para recebê-la, os que amam a verdade, os místicos, aqueles que anseiam uma aproximação maior com o Criador. Esta é a hora destes ensinamentos serem compreendidos por muitos, a grande hora do conhecimento quando muitos estão preparados para recebê-lo.

Na Grécia antiga por exemplo, eram famosas as escolas de mistérios, como a de Eleusis, onde estudantes levavam anos para aprender o que atualmente esta aberto para todos.

Desde a expulsão do homem e da mulher do jardim do éden, (a escola de mistérios do Senhor Maitreya, simbolizando a consciência pura de Deus: e-don, significando a sabedoria divina, ou o Domínio do Elohim.), devido ao mal uso do Fogo Sagrado na aplicação incorreta do livre arbítrio, a Grande Fraternidade Branca, tem mantido escolas de mistérios, ou retiros espirituais que atuam como repositórios para o conhecimento do fogo sagrado que é outorgado  às chamas gêmeas, quando estas demonstram a disciplina necessária para se manterem no caminho da arvore da vida.

A Grande Fraternidade Branca, patrocinou as escolas de mistérios na Lemúria e na Atlântida, onde as verdades espirituais superiores eram ensinadas  àqueles que quisessem seguir as disciplinas dos adeptos. A Sangha do buda, a comunidade essênia em Qumran e a escola de Pitagoras Crotona, encontravam-se entre as escolas de mistério mais remotas. Outras escolas localizavam-se nos Himalaias, no extremo oriente e no Egito, bem como na Europa e na América do Sul. Uma a uma, estas escolas de mistérios foram destruídas ou dispersadas. Sempre que estas escolas eram destruídas, os Mestres Ascensos que as patrocinavam, retiravam suas chamas e santuários sagrados para seus retiros no plano etéreo, onde os discípulos continuam sendo treinados entre as encarnações e em seus corpos mais sutís (durante o sono ou no samadhi) para que possam alcançar o conhecimento do EU Divino. 

A Grande Fraternidade Branca é universal, uma entidade cósmica que não pertence a nenhuma escola, mas sim, fundou através dos Mestres Ascensos as escolas de mistério mais atuais e conhecidas, que servem o propósito divino de expansão dos ensinamentos, são elas :  A Escola de Teosofia do final do século XIX, A Agny Yoga, O Movimento EU SOU, A Ponte para a Liberdade e A Summit Lighthouse.

As escolas dos mestres, foram fundadas por Seus mensageiros escolhidos, cada um deles, em épocas diferentes. Estes mensageiros, agora não mais estão à frente destas escolas, assim, o que nos resta, neste momento, é estudar os ensinamentos que os mestres liberaram para a humanidade, através destes mensageiros e suas escolas.

Para compreender mais sobre as escolas, veja a ordem cronológica clique aqui.

O "exoterismo", ao contrário do "esoterismo ensinado pelas escolas" estuda os ensinamentos religiosos de fácil compreensão para o entendimento do povo, "os não iniciados". Suas escolas também foram criadas pelos mestres ascensos e são as oito maiores religiões do mundo, são elas: Judaísmo, Budismo, Cristianismo, Hinduismo, Confucionismo, Islamismo, Taoísmo, e Zoroastrismo.

Cada uma destas oito religiões representa e ensina um dos oito principais raios da consciência divina. Cada uma destas qualidades da mente de Deus sendo transmitidas à população, reencarnação após reencarnação, onde as almas encarnam em famílias de diferentes religiões para serem preparadas e aprenderem as diferentes qualidades da mente divina.

Estas religiões não se dedicam a ensinar ao povo seu conhecimento mais profundo, mas sim uma pequena parte de seus ensinamentos, deixando os assuntos mais complexos para seus integrantes mais dedicados. Assim, muitas verdades que poderiam ser levadas ao povo, são deixadas para os que se entregam de corpo e alma para a instituição.




1. Judaísmo - 1° Raio, o Azul, Chakra da Garganta - O raio da Vontade Divina, do Poder Divino. Através do Judaísmo entendemos as facetas da Lei Cósmica. São as fundações de nossa raiz no coração de Abraão. As qualidades de Deus que trazem ao homem: Luz, Perfeição, Vontade Divina, Proteção, Direção, Construção, Fé, Obediência, Amor a Deus e sua lei, Poder, Coragem, Ordem, Negócios, Governo Divino, energia, Aceitação de Si, agir de Acordo com a Consciência e Aceitação da Lei, Vitória, Perdão e Finalização das obrigações.

2. Budismo - 2° Raio, o Amarelo Ouro, Chakra da Coroa  - O raio dourado da sabedoria, do entendimento, compreensão, discernimento. Este chakra foi representado por Gautama Buda que nos ensinou a busca da iluminação. As qualidades de Deus que trazem ao homem:  Iluminação, Auto consciência em Deus, Humildade, Sabedoria, Discriminação entre o bem absoluto, o bem relativo e a maldade, Discernimento, Inteligência e Mente aberta, Aceitação do Plano Divino, Respeito a Individualidade do Próximo.

3. Cristianismo - 3° Raio, o Rosa - Chakra do coração - O raio do amor divino. O servir do Cristo Cósmico no ensinamento e do Espírito Santo na purificação, os dois atuando no nível do coração. As qualidades de Deus que trazem ao homem: Vitória, Amor Divino, Abnegação, Beleza - conforto, Graça, Harmonia, Criatividade, Magnetismo espiritual, Compaixão, Unidade, Adesão, Coesão, Comunhão com a vida, Batismo do Espírito Santo, Consciência da Vontade Divina, Disciplina, Educação do Próximo, Honestidade, Confiança, Fidelidade e Organização.

4. Hinduísmo - 4° Raio, o branco, Chakra da base da espinha. O raio da pureza a purificação do nosso corpo, mente e alma, para que possamos ser o templo do Espírito Santo.  As qualidades de Deus que trazem ao homem:  Pureza, Perfeição, Auto disciplina, Moralidade, Esperança, Vida, Espirais positivas, Alegria, Êxtase Espiritual, Unidade, Perfeição, Simetria, Geometria, Lei, Ordem, Comensurabilidade, "Em cima é como em baixo", Arquitetura divina, Molde de vida, Decisão, Piedade, Devoção e Harmonia.

5. Confucionismo - 5° Raio - o verde esmeralda, Chakra da 3ª visão. O raio da Verdade que cura. Traz o desenvolvimento do poder de cura através do 3° olho. As qualidades de Deus que trazem ao homem: Alegria, Verdade, Abundância, Ciência, Método, Vida, Saúde, Cura, Unidade, Rejuvenescimento, Regeneração, Precipitação direta ou indireta do Espírito para a matéria, Respeito ao Próximo, Obediência e Respeito a Lei, Visão Divina, Felicidade, Abastança.

6. Islamismo - 6° Raio - o púrpura e dourado, Chakra do Plexo Solar. O raio do Ministério e Serviço. As qualidades de Deus que trazem ao homem: Paz, Ministério e Serviço, Fraternidade e família, Certeza, Focalização da Vontade, Esperança e Fé no futuro, Justiça, Satisfação e Paciência.

7. Taoísmo - 7° Raio - o Violeta, Chakra da Alma. O raio da transmutação e da liberdade da justiça e da misericórdia. O Raio de Saint Germain, de Kuan Yin. As qualidades de Deus que trazem ao homem:Liberdade, Justiça, Tolerância, Misericórdia, Perdão, Ritual de vida, Invocação do Fogo Sagrado, Ação do fluir da Luz, Energia, Diplomacia, Tato, Postura, Ciência da Alquimia, Transmutação da Lei da transcendência, Profecia, .Amor, Compaixão e Oração para servir ao Próximo, Gratidão, Dedicação, Reflexão e Serviço Espiritual.

8. Zoroastrismo - 8° Raio - o pêssego, Chakra da câmara secreta do coração. Este é um raio intermediário, que ativa os dos 5 chakras secretos. 

Vemos assim que cada uma das religiões facilita o desenvolvimento da alma em cada chakra na disciplina de um Raio específico e sob a regência de um Mestre em particular. Sentindo a necessidade de evoluir para um outro raio, muitas destas religiões geraram outras paralelas e de valor,  porém em muitos casos mal interpretadas por seus seguidores.

O Esoterismo também estuda a verdade que está contida no âmago destas oito grandes e principais religiões do mundo. No esoterismo, o aluno das escolas de mistério da Grande Fraternidade Branca, aprende a conhecer não só os sete primeiros raios, como também o oitavo raio que é o raio intermediário e os cinco raios secretos restantes. Além disto, muito mais sobre os próprios sete raios, os quais teve apenas uma iniciação durante suas encarnações passadas, quando teve a oportunidade de estudar estas religiões.

Nesta hora, o discípulo aprende a verdade da única religião, aquela verdadeira religião que reúne todas as religiões em uma só.

As escolas da Grande Fraternidade Branca são o local certo para tirar todas as duvidas, por que podemos ver em todas as direções e servir de todos os ensinamentos em um único local. Estudando todas as 12 qualidades da mente de Deus: O Poder Divino, O Amor Divino, A Mestria Divina, O Controle Divino, A Obediência Divina, A Sabedoria Divina, A Harmonia Divina, A Gratidão Divina, A Justiça Divina, A Realidade Divina, A Visão Divina e finalmente a Vitória Divina.




ESTUDANDO COM OS MESTRES ASCENSOS

Com os Mestres aprendemos que vivemos nosso dia a dia conscientes de uma realidade criada através do nosso livre arbítrio.

Nossa consciência ativa, (a nossa alma), quando está encarnada em um corpo físico, serve-se dos veículos terrenos, (os quatro corpos inferiores) para assimilar a vida terrena que lhe cerca; a partir desta assimilação, toma suas decisões para atuar na transformação deste mundo que ora enxerga; estes quatro corpos inferiores, são divididos em dois corpos ômega, a memória e o mental, e dois alfa, o emocional e o físico. Assim, a consciência - alma, serve-se das energias que permite entrar em seus corpos ômega e das que permite estar próximas aos seus corpos alfa.

Nós somos muito mais do que nossas consciências-almas. Nós também somos nossas consciências Superior - superconsciênte - EU-Superior; e a consciência inferior - subconsciente - eu-inferior. A primeira, criada por Deus para nos servir, e a segunda, criada por nós mesmos, fruto de nossas energias e criações imperfeitas, e que luta para se manter viva a través de nossos erros; erros que geram mais energia corrompida e que mantém este eu inferior vivo.

O leme mestre de tudo isto é a nossa alma, nossa consciência ativa e que deve comandar nossa vida em direção ao Eu Superior e obedecer aos seus direcionamentos. Nós precisamos utilizar nosso tempo, todo o nosso dia a dia, buscando contato com a consciência superior e pedindo a Ela que preencha os nossos corpos ômega (a nossa memória e mental), com energias superiores e divinas, e que afaste para longe de nossos corpos alfa (o nosso corpo físico e emocional), as energias de baixo calão de nosso planeta e ou seres viventes mal intencionados.

Entendam que uma vez que uma energia ruim tenha se alojado dentro de nossa memória e mental, a nossa consciência ativa (a alma), terá de lidar com estas energias. 

Os mestres nos ensinam que podemos chamar os seres cósmicos de luz, para elevar as energias externas e internas, de nossas vidas, e de nosso planeta também. Não precisamos nos render a energias ruins, elas é que precisam se render aos nossos apelos ao fogo divino.

Aprendemos que ao fazermos chamados à luz etérea superior, teremos grande poder de ação sobre o mundo; seja ele físico, emocional, mental ou a memória (etéreo inferior). Mas para que isto ocorra, precisamos nos dirigir ao seres do éter superior (Mestres Ascensos, Anjos, Arcanjos, Elohim, Presença EU SOU, EU Superior)  e invocá-los, implorando para que atuem em nosso mundo.

O verdadeiro guerreiro da luz, é aquele que comanda as hostes de luz para atuarem em prol da verdade e do bem geral de todos. Nós todos, os filhos da luz, somos aqueles que precisamos enxergar e reconhecer a mentira e a energia desqualificada e pedir às forças de luz que as transformem em verdade e em energia bem qualificada.

Além de pedirmos a intercessão divina, constantemente, para este mundo tão poluído, precisamos entender que é de responsabilidade da alma consciente, colocar sua atenção e pensamentos, em coisas e energias elevadas e puras, protegendo sua mente das forças astrais. Este é o único meio de vencer as trevas e buscar a ascensão de suas consciências para a unificação com a mente superior do EU SOU O QUE EU SOU.

Precisamos exigir a harmonia onde habitamos e fugir dos ambientes de desarmonia e  conflito.

Paulo Rodrigues Simões

As sete raças-raízes



As sete raças-raízes

Como percebemos nos textos sobre Antropologia Gnóstica, a Evolução de uma Alma-Planetária, ou seja, o conjunto de todas as Essências espirituais que se manifestam em um planeta, é de certa maneira semelhante à Evolução de um indivíduo. Uma alma individual se reencarna, passa de um corpo a outro. A Alma-Planetária passa de um planeta a outro de acordo com Leis predeterminadas pelos Deuses siderais.

E como se processa a Evolução de uma humanidade em um planeta? Como a da Terra, por exemplo?

Uma humanidade planetária nasce, evolui e se desenvolve, evoluindo e involuindo em sete etapas  planetárias definidas com grande precisão matemática. Essas sete etapas são didaticamente chamadas de Sete Raças-Raízes, ou Raças Planetárias.

A vida que evoluiu e involuiu em um antiquíssimo planeta, que hoje é a nossa desolada Lua (chamada também de Terra-Lua ou Terra-Selene), reencarnou-se no planeta Terra. Aqui, numa nova etapa,  deverá evoluir e involuir, formando ao todo sete expressões civilizatórias, chamadas esotericamente de “7 Raças”, que, sob o ponto de vista teosófico e gnóstico, são:


PRIMEIRA RAÇA-RAIZ OU PROTOPLASMÁTICA


Habitou o que hoje conhecemos como a Calota Polar Norte, a Terra de Asgard, citada em antiquíssimas tradições como a distante Thule paradisíaca dos nórdicos e dos astecas, a Ilha de Cristal.

A Raça Polar (como também é chamada esta poderosa Raça) se desenvolveu em um ambiente totalmente distinto ao atual. Naquela época a Terra era propriamente semi-etérica, semifísica, las montanhas conservavam sua transparência e a Terra toda resplandecia gloriosamente com uma belíssima color azul-etérica intensa.

Produto maravilhoso de incessantes evoluções e transformações que outrora se iniciaram desde o estado germinal primitivo, a primeira Raça surgiu das dimensões superiores completa e perfeita.

Inquestionavelmente a primeira Raça jamais possuiu elementos rudimentares nem fogos incipientes. Para o bem da Grande Causa, lançaremos em forma enfática o seguinte enunciado: “Antes que a primeira Raça humana saísse da quarta coordenada para se fazer viível e tangível no mundo tridimensional, esta teve que gestar-se completamente dentro do Jagad-Yoni, a “matriz do mundo”.

Extraordinária humanidade primigênia, andróginos sublimes totalmente divinos, seres inefáveis mais além do bem e do mal.

Protótipos de perfeição eterna para todos os tempos, seres excelentes semifísicos, semietéricos, com corpos protoplasmáticos indestrutíveis de bela cor negra, elásticos e dúcteis, capazes de flutuar na atmosfera.

Com o material plástico e etéreo desta Terra primigênia foram construídos cidades, palácios e templos grandiosos. Resultam interessantíssimos os Rituais Cósmicos dessa época. A construção dos Templos era perfeita. Nas vestiduras se combinavam as cores branca e preta para representar a luta entre o espírito e a matéria. Os símbolos e objetos de trabalho eram usados invertidos para representar o Drama que se projeta nos séculos: o descenso do espírito até a matéria. A vida estava até agora materializando-se e deveria a isso dar-se uma expressão simbólica. Sua escritura gráfica foram os caracteres rúnicos, de grande poder esotérico.

É ostensível que todos esses seres ingentes eram os fogos sagrados personificados dos poderes mais ocultos da Natureza.

Essa foi a Idade o fissiparismo, aquelas criaturas se reproduziam mediante o ato sexual fissíparo, “segundo se tem visto na divisão da célula nucleada, onde o núcleo se divide en dos subnúcleos, os quais se multiplicam como entidades independentes”.

Naqueles seres andróginos (elementos masculino e feminino perfeitamente integrados) a energia sexual operava de forma diferente à atual, e em determinado momento o organismo original do pai-mãe se dividia em duas metades exatas, multiplicando-se para o exterior como entidades independentes, processo similar à multiplicação por bipartição ou divisão celular. O filho andrógino sustentava-se por um tempo de seu pai-mãe. Cada um desses acontecimentos da reprodução original, primeva, era celebrado com rituais e festas.

Inquestionavelmente, a Ilha Sagrada, morada do primeiro homem do último mortal divino, ainda existe na quarta dimensão como insólita morada dos Filhos do Crepúsculo, Pais Preceptores da humanidade.

Terra do amanhecer, mansão imperecedoura, celeste paraíso de clima primaveral por ali, nos mares ignotos do Polo Norte.

Magnífico luzeiro no Setentrião, esse Éden da quarta coordenada, continente firme em meio ao grande oceano.

“Nem por terra nem por mar se consegue chegar à Terra Sagrada”, repete veementemente a tradição helênica. “Só o voo do espírito pode conduzir a ela”, dizem com grande solenidade os velhos sábios do mundo oriental.

SEGUNDA RAÇA-RAIZ OU HIPERBÓREA


Essa raça apareceu no cenário terrestre como resultado das incessantes transformaçoes que, através do tempo a 1ª Gran Raça Raíz experimentou. Habitou as regiões boreais que como ferradura continental circundam a Calota Polar Norte, ocupando o atual norte da Ásia, Groenlândia, Suécia, Noruega etc., estendendo-se até as Ilhas Britânicas.

Essa foi uma época de variadíssimas mutações na Natureza. Grande diversidade de espécies foi gestada no tubo de ensaio da Natureza, cujos 3 Reinos ainda não estavam de todo diferenciadas. O clima era tropical e a terra coberta de grande vegetação.

O ser humano continuava sendo andrógino, reproduzindo-se por brotação, sistema que continua ativo nos vegetais.

É impossível encontrarem-se restos das primeiras Raças primevas porque a Terra estava constituída de protomatéria, semietérica e semifísica. Só nas Memórias da Natureza os grandes clarividentes podem estudar a história dessas Raças.

TERCEIRA RAÇA-RAIZ OU LEMURIANA


Dessa segunda classe de andróginos divinos procedeu-se por sua vez a terceira Raça-raiz, os Duplos, gigantes hermafroditas, colossais, imponentes. A civilização lemúrica floresceu maravilhosa no Continente Mu ou Lemúria, vulcânica terra no Oceano Pacífico.

O planeta chegou a um alto grau de materialidade, próprio desta Ronda físico-química. Como todas as formas de então existentes na Terra, o homem era de estatura gigantesca.

A reprodução era por geração ovípara, produzindo como seres hermafroditas, e, mais tarde, com o predomínio de um só sexo, até que por fim nasceram nasceram do ovo machos e fêmeas. Na quinta sub-raça lemuriana [pois cada grande Raça é formada de 7 sub-raças], começa o ovo a queda e retida no seio materno, e a criatura nasce débil e desvalida. Por último, na sexta e sétima sub-raças já é geral a geração por ajuntamento de sexos.

A reprodução sexual se fazia então sob a direção dos Kummaras, seres divinais que regiam os templos. Porém, na segunda metade do período lemúrico, começaram a fornicar, ou seja, a desperdiçar o esperma sagrado, ainda que tão só o faziam para dar continuação da espécie. Então, os Deuses castigaram a humanidade pecadora (Adão-Eva), expulsando-os para fora do Éden paradisíaco, a Terra Prometida, onde os rios de água pura de vida manam leite e mel.

O ser humano expressava-se na Linguagem Universal, o seu Verbo tendo poder sobre o fogo, o ar, a água e a terra. Podia perceber a aura dos mundos no espaço infinito, e dispunha de maravilhosas faculdades espirituais que foi perdendo, como consequência do Pecado Original.

Esta foi uma época de instabilidade na superfície terrestre, devido à constante formação de vulcõs e de novas terras. Ao final, por meio de 10 mil anos de gigantescos terremotos e maremotos, o gigantesco continente Mu foi se desmembrando e fundindo-se nas ondas do Oceano Pacífico. Encontramos seus vestígios na Ilha da Páscoa, Austrália, a Oceania etc.

“Muito se tem discutido sobre o Paraíso Terrenal”.

“Realmente, esse Paraíso existiu e foi o continente da Lemúria, situado no Oceano Pacífico. Essa foi a primeira terra seca que houve no mundo. A temperatura era extremadamente quente.”

“O intensíssimo calor e o vapor das águas nublavam a atmosfera e os homens respiravam por guelras, como os peixes.”

“Os Homens da Época Polar e da Época Hiperbórea e princípios da Época Lemúrica eram hermafroditas e se reproduziam como se reproduzem os micróbios hermafroditas. Nos primeiros tempos da Lemúria, a espécie humana quase não se distinguia das espécies animais; porém, através de 150 mil anos de evolução os lemurianos chegaram a um grau de civilização tão grandiosa que nós, os Ários, estamos ainda muito distantes de alcançar.

Essa era a Idade de Ouro, essa era a idade dos Titãs. Esses foram os tempos deliciosos da Arcádia. Os tempos em que não existia o meu ou o teu, porque tudo era de todos. Esses foram os tempos em que os rios manavam leite e mel.

A imaginação dos homens era um espelho inefável onde se refletia solenemente o panorama dos céus estrelados de Urânia. O homem sabia que sua vida era vida dos Deuses, e ele que sabia dedilhar a Lira estremecia os âmbitos divinos com suas deliciosas melodias. O artista que manejava o cinzel se inspirava na sabedoria eterna e dava a suas delicadas esculturas a terrível majestade de Deus.

Oh! A Época dos Titãs, a época em que os rios manavam leite e mel…

Os lemures foram de grande estatura e tinham ampla fronte, usavam simbólicas túnicas, branca à frente e preta atrás, tiveram naves voadoras e aparelhos propulsionados a energia atômica, iluminavam-se com energia atômica, e chegaram a um altíssimo grau de cultura. (Em nosso livro O Matrimônio Perfeito falamos amplamente sobre este particular.)

Esses eram os tempos da Arcádia: o homem sabia escutar, nas sete vogais da Natureza, a voz dos Deuses, e essas sete vogais (I-E-O-U-A-M-S) ressoavam no corpo dos lemures, com toda a música inefável dos compassados Ritmos do Fogo.

“O corpo dos lemurianos era uma harpa milagrosa onde soavam as sete vogais da Natureza com essa tremenda euforia do Cosmo.

Quando chegava a noite, todos os seres humanos adormeciam como inocentes criaturas no seio da Mãe Natureza, afagados pelo canto dulcíssimo e comovedor dos Deuses, e quando a aurora raiava, o Sol trazia diáfanas alegrias e não tenebrosas penas.”

“Os casais da Arcádia eram matrimônios gnósticos. O homem só efetuava o conúbio sexual sob as ordens dos Elohim, e como num sacrifício no Altar do matrimônio para brindar corpos às almas que necessitavam reencarnar-se. Desconhecia-se por completo a fornicação e não existia a dor no  parto.

Através de muitos milhares de anos de constantes terremotos e erupções vulcânicas, a Lemúria foi fundindo-se nas embravecidas ondas do Pacífico. Em tempo, surgia do fundo do oceano o Continente Atlante.”

QUARTA RAÇA-RAIZ OU ATLANTE


Depois que a humanidade hermafrodita se dividiu em sexos opostos, transformados pela Natureza em máquinas portadoras de criaturas, surgiu a quarta Raça-Raíz sobre o geológico cenário atlante localizado no oceano que leva seu nome.

Foi engendrada pela terceira Raça há uns 8 milhões de anos, cujo fim o Manu da quarta Raça escolheu dentre a anterior os tipos mais adequados, a quem conduziu à imperecedoura Terra Sagrada para livrá-los do cataclismo lemuriano.

A Atlântida ocupava quase toda a área atualmente coberta pela parte setentrional do Oceano Atlântico, chegando pelo NE até a Escócia, pelo NO até o Labrador e cobrindo pelo Sul a maior parte do Brasil.

Os atlantes – de estatura superior à atual – possuíram uma alta tecnologia, a que combinaram com a magia, porém, ao final degeneraram-se e foram destruídos.

H. P. Blavatsky, referindo-se à Atlântida, diz textualmente em suas estâncias antropológicas:

“Construíram templos para o corpo humano, renderam culto a homens e mulheres. Então, cessou de funcionar o terceiro olho (o olho da intuição e da dupla visão). Construíram enormes cidades, lavrando suas próprias imagens segundo seu tamanho e semelhança, e as adoraram…”
“Fogos internos já haviam destruído a terra de seus pais (la Lemúria) e a água ameaçava a Quarta Raça (a Atlântida).

Sucessivos cataclismos acabaram com a Atlântida, cujo final foi reconstituído em todas as tradições antigas como o Dilúvio Universal.

A época da submersão da Atlântida foi realmente uma era de câmbios geológicos. Emergiram do seio profundo dos mares outras terras firmes que formaram novas ilhas e novos continentes.

QUINTA RAÇA-RAIZ OU ÁRIA


Já há 1 milhão de anos que o Manu Vaivasvata (o Noé bíblico) selecionou de entre a sub-Raça proto-semítica da Raça Atlante as sementes da quinta Raça-Mãe e as conduziu à imperecedoura Terra Sagrada. Idade após idade, foi modelando o núcleo da humanidade futura. Aqueles que lograram cristalizar as virtudes da Alma acompanharam o Manu em seu êxodo à Ásia Central, onde morou por longo tempo, fixando ali a residência da Raça, cujos galhos haveriam de ramificar-se em diversa direções.

Eis agora as sete sub-raças ou galhos do tronco ário-atlante:

A primeira sub-raça se desenvolveu no Planalto Central da Ásia, de forma mais concreta na região do Tibet, e teve uma poderosa civilização esotérica.

A segunda sub-raça floresceu no sul da Ásia, na época pré-védica, e então foi conhecida a sabedoria dos Rishis do Hindustão, os esplendores do antigo Império Chinês etc.

A terceira sub-raça se desenvolveu maravilhosamente no Egito (de direta ascendência atlante), Pérsia, Caldeia etc.

A quarta sub-raça resplandeceu com as civilizações da Grécia e de Roma.

A quinta sub-raça foi perfeitamente manifestada na Alemanha, Inglaterra e outros países.

A sexta sub-raça resultou da mescla dos espanhóis e portugueses com as raças autóctones da América.

A sétima sub-raça está perfeitamente manifestada no resultado de todas essas mesclas de diversas raças, tal como hoje o podemos evidenciar no território dos Estados Unidos.

Nossa atual Raça terminará com um grande cataclismo. A Sexta Raça (Raça Koradhi) viverá em uma Terra transformada (a Quinta Ronda, ou Etérica; veja o texto sobre as Rondas Planetárias) e a sétima será a última. Depois dessas Sete Raças, a Terra se converterá em uma nova lua.

ORUN ANANDA - Oceano de Beatitude















Oceano de Beatitude...

Quando a mente silencia, a consciência penetra no grande silêncio...
Quando os sentidos se fecham, a percepção se abre para o grande horizonte...
Quando o coração se acalma, a flor da compaixão finalmente desabrocha...
Quando o Ser se abre, os raios de luz surgem, como o nascer da aurora...
Quando o espírito se vê, ele contempla finalmente o verdadeiro Ser...
Quando a atenção é direcionada, a consciência a tudo pode e percebe...
Quando a respiração é controlada, o milagre finalmente acontece...
Quando o Ser torna-se senhor da própria mente, o primeiro véu cai...
Quando o coração desabrocha, o segundo véu se vai...
E quando finalmente, o atman descobre-se plenamente,
Nada mais existe... Apenas Ele!

A iluminação é o processo de descobrir a grande luz que mora no âmago do Ser.
É a aurora matinal, que acaba com as sombras do crepúsculo e leva para longe as
brumas da ilusão. Quando a iluminação acontece, o Ser finalmente compreende sua
real natureza. Isso é o fim de Maya, a contemplação da verdade.

Mas a verdade só pode ser contemplada por um coração puro e uma mente
adestrada. Por um desejo ardente de conhecê-la e sentimentos sublimes em relação
ao mundo. Por uma consciência armada com a espada do discernimento e uma vontade
firme e disciplinada na senda da meditação.

O irreal é transitório. Passageiro, são castelos de areia construídos a beira
do mar. Não resistem ao primeiro sopro da Mãe Tempo. Mas, os tesouros da
Consciência, do Amor e do Ser são eternos. Castelos brilhantes, que deslizam
sobre as nuvens.

Benção do Todo. Presença do infinito. Perenes, sublimes e serenos. Eternos no
oceano de Ananda.

Busca e desperta, alma amiga! Deus e você são Um só, esse é o maior legado dos
mestres realizados. Quando sua consciência mergulha no oceano beatífico, já não
mais existe a consciência individualizada, apenas a grande consciência coletiva.
Esse é o chegar da aurora matutina. O toque da Mãe Divina. O verdadeiro
despertar...

O Atman criou asas, e pelo topo da cabeça mergulhou no Eterno...
Simples gotinha, que voltou ao oceano cósmico de bem-aventurança.
Quem sou eu? A gota?
Não, não, isso não...
Dilui-me na imensidão de Brahman;
Perdi-me na vastidão da bem-aventurança;
Sou o Oceano!
Eu sou Ele, Ele sou Eu...
Eterna e placidamente
Na totalidade da existência...

3õ OM TAT SAT 3õ

Fernando Sepe, inspirado pela bela Ananda – 19/09/06 – 01:42 A.M.

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Orun Ananda - Dharma










Dharma - Missão
Dharma é uma palavra em sânscrito que significa: Missão, trabalho ou dever. Esse
é o seu significado original nascido na Índia e usado pelo hinduísmo. Depois o
budismo também começou a se utilizar do termo, dando a ele o significado de
benção.

Dharma é o trabalho que você deve realizar nessa vida, a sua missão de vida. O
conceito de Dharma é muito bem exposto por Krishna na célebre obra Bhagavad
Gita, onde Ele (Krishna) explica a Arjuna como cumprir seu Dharma, lutando e
vencendo a guerra. Arjuna não quer lutar, diz a Krishna que não quer matar
ninguém, que seus parentes e amigos também estão lutando.

Krishna rebate ensinando que a alma é imortal e nunca morre. Que ele deve
liderar e vencer a batalha, pois ele sim estabelecerá um reino de luz e harmonia
na Índia. Explica que para obtenção de sucesso, ele (Arjuna) deve agir com a
consciência em Brahman, legando a Ele os frutos de sua ação. Dessa forma Arjuna
cumpriria seu Dharma. E realmente cumpriu. Disparou suas flechas de luz, acesas
pelo brilho do seu amor e da sua consciência e, por glória a Krishna - Brahman,
venceu a batalha. Viva Krishna, o senhor do Dharma!

Mas, qual o nosso Dharma? Qual a nossa missão de vida? A resposta é simples,
EVOLUIR! Você encarnou, para melhorar, evoluir em todos os aspectos. Aproveite,
faça dessa encarnação um divisor de águas para você, EVOLUA. Cumpra seu dharma.

Pouco importa quem você foi, santo ou pecador, ignorante ou sábio, homem ou
mulher. Nessa vida você tem a oportunidade de evoluir, começar muitas coisas
novas e REcomeçar outras tantas. Aproveite, expanda a consciência e a chama do
coração espiritual.

Brilhe, brilhe e agradeça...

OM NAMAH NARAYANA IA*

Nota:

OM: A vibração original. Normalmente começamos um mantra com Om, por ele ser o
som sagrado, o som primordial e criador.

Namah ou Namo: Palavra que designa respeito e pedido de licensa ao poder
evocado.

Narayana: Um dos nomes de Vishnu. É de Vishnu que surgem os Avatares. Krishna e
Rama são duas encarnações de Vishnu.

Ia: Sílaba que colocamos no final de um mantra quando evocamos um poder
masculino (no caso Vishnu). Mas se o poder ou a divindade evocado for feminina,
então colocamos o Iê. ex: Om Namo Lakshmi Iê

(Sepe, tentando cumprir o seu dharma, que é viver bem na Terra e evoluir..)



Gitanjali - Rabridanath Tagore

Deixa a cantinela, o cãntico e a recitação das contas de rosário!

A quem veneras nesse recanto solitário e escuro em um templo de portas fechadas?
Abre teus olhos e vê que teu Deus não está diante de ti. Ele está onde o
agricultor está lavrando o chão duro e o pedreiro está rachando pedras.

Ele está com eles no Sol e na chuva, e sua roupa está coberta de poeira. Remove
teu manto sagrado e como Ele desça para o chão empoeirado! Libertação? Onde se
encontra essa libertação?

Nosso mestre assumiu pessoalmente com alegria os vínculos da criação;

Ele está vinculado a nós para sempre. Sai de tuas meditações e deixa de lado
tuas flores e inscenso! Que mal há se tuas roupas ficam gastas e manchadas?
Encontra - O e fica com Ele na faina e no suor da face.

Notas: Rabridanath Tagore foi um grande escritor hindu que viveu de 1861 a 1941.
Foi o primeiro asiático a ganhar o prêmio Nobel de literatura (1913). Sua poesia
e prosa, tem um fundo humanístico, espiritualista, político - social. É muito
lindo os seus textos...

Abraços!

Om Premananda

Os Segredos das Pirâmides


Os Segredos das Pirâmides

 
 
Contemplar a Grande Pirâmide corta o fôlego a qualquer um. Sua construção é estimada em 2500 a .C., e que foi levantada por 100.000 homens em 20 anos de árduo trabalho (informação baseada numa opinião recolhida pelo historiador grego Herodoto), esta obra milenar chegou a seus 146 metros de altura empregando a “modesta” cifra de 2.500.000 blocos de pedra, e alguns, com mais de duas toneladas e meia de peso. Para que semelhante esforço? Qual era o propósito de erguer aquele gigantesco templo de pedra? Antigamente, a Grande Pirâmide teria possuído um revestimento de pedra calcária branca de Turah (e que foi removida na época da dominação árabe para a construção de Mesquitas), que lhe dava uma iluminação extrema quando a iluminavam os raios do Sol. Sem duvida, sua imagem no passado devia ter inspirado a muitos homens. 

As pirâmides, na verdade, atuam como “estabilizadores planetários”, colocados para funcionar na raiz do desequilíbrio energético que significou a destruição da Atlântida (mencionada por Platão, embora uma fantasia para os arqueólogos) pelo impacto de dois fragmentos de Maldek, um planeta desaparecido, outrora localizado no atual cinturão de asteroides que se está entre as órbitas de Marte e Júpiter. Este espantoso episódio inverteu os polos magnéticos da Terra e impôs um inverno "nuclear".

 As pirâmides do Egito, catalogadas sempre de “Tumbas”, esconderiam uma função secreta que nenhum arqueólogo soube interpretar. Em primeiro lugar, resulta sumamente inquietante comprovar que nunca foram encontrado restos humanos nos sarcófagos das pirâmides de Gizeh. Mesmo sabendo disto, os arqueólogos saem argumentando que os corpos dos faraós foram subtraídos por caçadores de tesouros. 

Uma presunção absurda. Já quando o califa Al-Mamun abriu o túnel que serve hoje de ingresso aos turistas para visitar a Grande Pirâmide, lá pelo século IX antes de Cristo, ao penetrar nas galerias atribuídas posteriormente a Keops, comprovou com abnegada frustração que não tinha nada...Porém, não devemos esquecer que galerias secretas repletas de “informação cósmica” foram assinaladas reiteradamente sob a pata direita da Esfinge e na própria Grande Pirâmide. Em 1993, o engenheiro alemão Rudolf Gantenbrink pôs a descoberto (graças a seu pequeno robô explorador “UPUAUT”) uma câmara secreta em Keops. 

Este tema ficou em evidência quando o passado 17 de setembro de 2002, um novo robô entrou na Grande Pirâmide para revelar o que havia nessa misteriosa câmara, que estava interrompida por um bloco de pedra, em forma de porta. Ante o rostro atônito de 1.5 bilhão de telespectadores em 140 países, o “Pyramid Rover” perfurou a porta de pedra, para introduzir em seguida uma pequeníssima câmara de vídeo, que, penosamente, se deparou com outra porta mais. 

Mas isto não desanimou os arqueólogos que estão convencidos de estar às portas da descoberta mais importante do século. Recentemente, Christopher Dunn, em Tecnologias do Antigo Egito, aportou suficientes provas para pensar que uma das câmaras conhecidas era o núcleo central de energia da Grande Pirâmide: A Câmara do Rei. Formada por um granito que contêm, suspeitosamente um 55% de cristal de silicio-quartzo, esta câmara teria sido projetada para que o granito vibre por simpatia com o som (mantrams?) sobrecarregando o quartzo na rocha (incluindo o sarcófago) e fazendo fluir elétrons mediante um fenômeno que é conhecido cientificamente como “efeito piezoeléctrico”.

 A energia, de acordo com Dunn, que preenchia a Câmara do Rei (localizada convenientemente sob a “câmara de descarga”) nesse ponto se transformava numa “combinação” de energia acústica e energia eletromagnética. Tudo isto permitia criar um “conduto de luz” ou “guia de ondas” para algum lugar... Este é o objetivo secreto das pirâmides? Um “canhão estelar”? Um conduto de luz? Seja como for, resulta curioso observar que os egípcios chamavam as pirâmides “Ikhet”, que significa “Luz Gloriosa”. 

Para pensar um pouco mais, os maias, denominavam “Pirhua Amenco” a suas pirâmides, que se traduz como “Revelador de Luz”. Em Suma, sabemos que aos zigurats ou pirâmides escalonadas eram chamadas “Esh”, que significa “Fonte de Luz”. Talvez por isto a palavra pirâmide (PIRA = “Fogo ou Luz” MIDE = “Medida”) também significa “Medidor de energia ou de luz”. Não nos deve surpreender tendo em conta o objetivo de construir as pirâmides, ou ao menos, a Grande Pirâmide. Mas, para onde apontaria aquele suposto conduto de luz que segundo Dunn se pode formar ao interior da Grande Pirâmide?. 

Interessante estas informações, porque não faz muito tempo, este evento de luz foi registrado por uma família passando as férias e que por acaso fotografou o ocorrido na Pirâmide de Kukulkan em Chichén Itzá. O caso foi divulgado no programa Tercer Milênio:

http://www.youtube.com/watch?v=AJmeXmqZgME&feature=player_embedded